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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

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sábado, 5 de agosto de 2017

COMO CURTIR PELE DE COELHO




- tirar a pele com todo o cuidado, evitando cortes ou furos;

- logo após a esfola, a pele deve ser limpa de todos os restos de carne e gordura, bem como de todas as membranas, ficando o couro totalmente limpo;

- se a pele estiver muito suja, pode ser lavada com água e sabão, desde que seja bem enxaguada;

- pronta a pele, deve ser mergulhada num "banho" durante 6 dias;

- no sétimo dia, tirar a pele do banho, torcer bem para sair todo o líquido e depois pendurar à sombra, em um varal, presa por pregadores, como se fosse roupa lavada;

- à medida que for secando, o criador vai esticando a pele no sentido do seu comprimento e também de sua largura, mas até um certo limite, para evitar que rasgue ou fique esgarçada;

- depois de seca e esticada, deve ser passada pelo lado de seu couro, em uma aresta, para amaciar;

- passar, depois, talco para desengordurar;

- finalmente, basta sacudi-la e passar uma escova para tirar todo o talco e a pele estará pronta para ser usada.



O "banho" ou solução, por nós indicado, para o curtimento caseiro de peles tem a seguinte fórmula:



- alúmem em pó (pedra ume) - 500gr

- cloreto de sódio (sal de cozinha) - 250gr

- água - 5 litros



Para que esses elementos químicos se dissolvam melhor, a água pode ser aquecida, mas as peles só devem ser mergulhadas quando o banho estiver morno ou frio.



Essa quantidade de solução serve para o curtimento de 5 peles e pode ser utilizada 2 vezes, desde que seja coada com um pano, após utilizada pela primeira vez.



O valor das peles depende, em grande parte, da técnica correta de abate, da esfola, da secagem (quando for o caso), do curtimento e de sua conservação.



Quando em mau estado, as peles são destinadas à fabricação de feltros (pêlos), colas e gelatinas (couros). Quando curtidas sem os pêlos, os couros de coelhos produzem excelentes pergaminhos, bem como camurças e napas, para a fabricação de sapatos, bolsas, luvas, etc.

Fonte: Apostila de Cunicultura - Amanda de Araújo Zootecnista

ENTENDA SEU COELHO




Gosto de você = lamber a pessoa

Estou feliz = correr e pular se contorcendo

Não quero conversar = virar de costas para a pessoa, recusar carinho e guloseimas

Estou nervoso = jogar longe brinquedos e comedouros

Há algo me perturbando = bater a pata traseira

Acariciame                       

= esticar a cabeça, com as orelhas abaixadas, em direção à pessoa

Preciso relaxar = deitado com a barriga para baixo ou de lado com as pernas esticadas

Medo ou dor = chiar

Forte dor = ranger os dentes e babar



Causa de abortos na cunicultura



O aborto é a expulsão dos fetos antes do seu desenvolvimento normal ou suficiente para que possam viver, ou seja, antes do seu estado de viabilidade. Embora relativamente raro, as coelhas podem ter seus filhos antes do tempo normal, podem não arrancar os pêlos e o criador encontrar os láparos mortos, espalhados pelo chão da gaiola, pois anda não estava nos dias para a colocação dos ninhos.



Várias são as causas que podem provocar o aborto. Entre elas, podemos destacar:

 - doenças diversas;

- calor excessivo;

- fêmeas acasaladas com machos com blenorragia;

- sustos devidos a barulhos súbitos e fortes, como gritos e tiros;

- presença de outros animais como cães, gatos, etc.;

- coelhas muito novas; - acasalamentos com machos muito novos;

- intoxicações alimentares ou medicamentosas;

- prisão de ventre por defeito na alimentação, como o abuso de grãos ou farelos;

- má qualidade dos alimentos;

- gordura excessiva.



Quando uma coelha aborta e o criador não sabe a causa, ela deve ser isolada, colocada em local tranqüilo e receber uma alimentação sadia e nutritiva. Coelhas que abortarem duas vezes seguidas, devem ser eliminadas da reprodução. Quando a causa do aborto não for infecciosa ou por doença, a coelha pode ser acasalada de 24 a 72 horas após o parto.



Fonte: Apostila de Cunicultura - Amanda de Araújo Zootecnista

CRONOGRAMA DE LOS TRABAJOS DE UNA GRANJA



Los trabajos de mantenimiento de una granja cunicola se pueden agrupar, en funcion de la periodicidad con que se realizan, de la siguiente forma:



_ TRABAJOS DIARIOS

1. Reparto de alimento.

2. Supervision de animales y bebederos.



_ TRABAJOS SEMANALES

1. Limpiar y desinfectar el material.

2. Aportaciones de superfosfato de cal a las deyecciones

3. Retirada de estiercol

4. Quemar con el soplete el pelo acumulado en las jaulas



_ TRABAJOS MENSUALES:

1. Retirada de estiercol.

2. Tratamientos preventivos en el agua de bebida.

3. Aplicacion de vitaminas en el agua.

4. Pulverizaciones con azufre para prevenir la tina.



Fonte: Perez, A. C. et al. - Livro de cunicultura – Ano 2010

EQUIPOS DE LA GRANJA




Toda granja cunicola requiere del equipamiento basico siguiente:



1. JAULAS. Aunque existen diferentes casas comerciales que trabajan este material, todas comercializan jaulas metalicas galvanizadas de rejilla, presentandose em grupos o baterias a una o dos caras, y en un solo piso (excepto las de recria). Respecto a este material, se distinguen, en funcion del animal al que va destinada, varios tipos de jaulas:



_ Jaula nido, destinada a alojar hembras reproductoras en activo durante la gestacion y lactacion. Unos dias antes del parto se le coloca el nido.



_ Jaula para engorde y machos, destinada para los animales de matadero, asi coma para los machos. Esta jaula es ocupada por estos animales desde el destete hasta que alcanzan los 2 kg de peso en que se finaliza el engorde.



_ Jaula de recría, se utiliza para alojar las hembras de reposicion desde los 2,5 meses hasta que son aptas para entrar en el plantel de reproductoras (4,5 meses). Aquellas granjas que realizan manejo en banda com sobreocupacion las emplean tambien para alojar esas hembras que cubrende mas, por lo que en estos casos hacen tambien el papel de jaulas de gestacion. Este equipamiento es el unico que actualmente se presenta em pisos (2-3).Todas estas jaulas disponen de su comedero tolva y bebedero automatico de cazoleta, que accionado por el propio animal le permitira un suministro ad limitum de agua.



2. Jaulas de transporte. Estas jaulas, a diferencia de las anteriores, son de material

plastico y son validas unicamente para llevar los animales al matadero.



3. Carretilla y pala de reparto de pienso. Necesario para granjas con distribucion manual del pienso.



4. Soplete. Para quemar el pelo acumulado y desinfectar las jaulas.



Fonte: Perez, A. C. et al. - Livro de cunicultura – Ano 2010



MEDIDAS A ADOPTAR FRENTE AL CALOR.

Afortunadamente, los golpes de calor en las islas son poco frecuentes. No obstante,

conviene conocer las posibles medidas a adoptar para conseguir que su efecto sobre la

productividad sea minimo:

_ Abrir totalmente las ventanas.

_ Poner en marcha los extractores/ventiladores.

_ Instalar paneles refrigeradores o micro aspersores interiores.

_ Pintar techo y paredes de blanco.

_ Se pueden instalar aspersores en el techo (exterior).

_ Bajar densidades en el engorde.

_ Cambiar el pienso si la situacion se prolonga.

_ Cubrir a primera o ultima hora del dia.

_ No mover el estiercol.

_ En casos extremos, regar las paredes y el suelo de la nave, pero sin mojar las

deyecciones.



Fonte: Perez, A. C. et al. - Livro de cunicultura – Ano 2010

LA ALIMENTACIÓN DE LOS GAZAPOS






Hasta los 21 dias de vida, su alimentacion es eminentemente lactea, a partir de aqui, y debido a sus salidas fuera del nido, comienzan a ingerir pequenas cantidades de pienso materno. El destete se realiza con unos 500-600 kg de peso y 30-35 dias de vida. Em todo caso se realizara antes de la ultima semana de gestacion de la hembra. En ese momento su consumo de pienso esta en unos 80 g/dia (600 g durante la cria), velocidad de crecimiento 35 g/dia.



La alimentacion durante el cebo es “ad libitum” a base de un pienso de engorde del que llegan a consumir 150 g/dia teniendo un crecimiento medio de 40g/dia. Con objeto de reducir el estres del destete que es causa desencadenante de disbiosis cecales antes, o una vez efectuado el destete y durante 7 dias, se administrara el pienso medicado antiestres.



 Fonte: Perez, A. C. et al. - Livro de cunicultura – Ano 2010

TIPOS DE MANEJO






En la cunicultura actual se practican dos sistemas de manejo diferente:



_ MANEJO TRADICIONAL.

_ MANEJO EN BANDA.



El manejo tradicional es el manejo que se ha venido practicando en cunicultura hasta los anos noventa. Aqui, diariamente el ganadero realiza operaciones de cubricion, palpacion, poner nido, sacar nido y destetes. En los ultimos anos muchas granjas de tipo medio y grande han ido abandonandolo, quedando practicamente relegado hoy en dia a la cunicultura familiar.



El estancamiento del precio de la carne, en tanto suben los costos, ha llevado a la busqueda de formulas para aumentar los margenes de beneficio por kilo de carne. Si bien, em los ultimos anos los avances geneticos (hibridos), de alimentacion, etc, han conseguido aumentos de productividad que han diluido los costes, en los anos noventa há surgido uma forma nueva de trabajar, MANEJO EN BANDA, que consigue, entre otras cosas, reducir el coste de la mano de obra. Todas estas actuaciones estan permitiendo, em muchos casos, el mantenimiento de la actividad.



El manejo en banda es un manejo nuevo que consiste en trabajar con grupos de hembras que cubiertas el mismo dia, se palparan a la vez, se les pone nido a la vez, paren em la misma fecha, y sus crias seran destetadas y vendidas a la vez. Es fundamental que las hembras que integran una misma banda esten ubicadas una a continuacion de la otra.



Aqui el manejo es mas organizado y especializado, cada dia el ganadero realiza uma determinada operacion de manejo a un grupo de hembras. A priori, se trata pues de uma forma de trabajar mas racional y por tanto mas adecuada. No obstante, ofrece ventajas econômicas importantes al conseguirse una mayor eficiencia de la mano de obra. Uma granja en manejo em banda requiere menos horas de trabajo que en manejo tradicional.



Como base de partida, se utiliza, en la mayoria de los casos, un ciclo productivo de 42 dias. Dentro del manejo en banda se distinguen cuatro modelos diferentes:



_ BANDA SEMANAL

_ BANDA a 14 días.

_ BANDA a 21 días

_ BANDA ÚNICA.



1. BANDA SEMANAL: Las hembras se fraccionaran en grupos o bandas, que se cubrira con una semana de diferencia. Segun esto, y de acuerdo al ciclo de 42 dias, se manejaran 6 bandas (42/7). El manejo puede estar organizado de la siguiente forma:






2. BANDA A 14 DÍAS: Aqui las cubriciones entre bandas se distancian dos semanas por lo que se trabajara con tres grupos de hembras.



3. BANDA A 21 DÍAS: Se cubre cada tres semanas, por lo que se dispondra de dos banda.



4. BANDA ÚNICA: En el todas las hembras de la explotacion son cubiertas el mismo dia, por lo que pariran al mismo tiempo. El numero de machos que requiere este manejo esta en funcion de la dimension de la banda. Lo mas adecuado es tener una relacion 1:2 lo que implica que cada macho cubra dos hembras el mismo dia. No obstante, se podria reducir aun mas el numero de machos (1:4). Para ello es necesario dividir la banda en dos sub-bandas, que se cubriria por ejemplo el lunes y miercoles. De esta forma se reduciria a la mitad el numero de reproductores machos.



Es fundamentalmente el tipo de mercado lo que influye en la eleccion de un modelo otro. En nuestro caso, donde el mercado es pequeno y cada productor es independiente, lo mas adecuado es la banda semanal o quincenal. En el supuesto de que los produtores se asociasen, se podria practicar un manejo en banda unica, ya que la demanda semanal puede ser satisfecha por la produccion de una o dos granjas. Ahora bien ello requiere que todo el manejo productivo de los socios este perfectamente dirigido y coordinado, por ejemplo desde el matadero. Creemos que este seria una buena forma de funcionar permitiendo al cunicultor disponer de mas tiempo libre para realizar otras atividades como puede ser las agricolas, dedicar mas tiempo a la limpieza y desinfeccion de equipos, que es siempre la asignatura pendiente de la produccion a pesar de influir em la mortalidad, o bien plantearse la ampliacion de la granja.



5. VENTAJAS DEL MANEJO EN BANDAS

_ Mejor calidad de trabajo debido a la mejor organizacion del mismo.

_ Reduccion del numero de horas de trabajo lo que reduce el coste de mano de obra y con ello el coste del kilo de carne.

_ Descenso de la mortalidad debido a la mayor dedicacion a la higiene y limpieza, y al mejor cuidado de nidos fundamentalmente al estar ese trabajo concentrado en un mismo momento.

_ Mejora del indice de conversion de la granja al existir menos bajas. En el caso del manejo en banda unica con inseminacion artificial (BUIA) las ventajas se amplian:

_ Mejora del crecimiento de los animales de engorde debido a la mejor calidad genetica del semen lo que hace descender el indice de conversion y por tanto el coste alimenticio.

_ Mayor descenso de la mortalidad debido a la mejor calidad genetica de los animales.

_ Al eliminar los machos es posible alojar un 10% mas de madres lo que permite obtener mas gazapos con los mismos medios, lo cual hace mas economica la produccion.

_ Permite que los mataderos mantengan interes por las granjas pequenas y alejadas al reducirse el costo de transporte.



Fonte: Perez, A. C. et al. - Livro de cunicultura – Ano 2010

MORTALIDAD






La mortalidad de las crias varia, inicialmente, en funcion del tipo de explotacion, asi de mayor a menor mortalidad tenemos:


_ Explotacion aire libre

_ Nave de ambiente natural

_ Nave de ambiente controlado.


Dentro de la mortalidad, cabe diferenciar entre mortalidad al destete y mortalidad em engorde. La mortalidad parto-destete varia entre 12-15%. El 50% de estas bajas se producen entre los 4-10 dias. Entre las principales causas estan: abandonos (frio), canibalismo, calor, mala ventilacion (exceso de amoniaco), agalaxia (ausencia de leche), insuficiente leche, enfermedades, etc.


La mortalidad en el periodo de engorde oscila entre el 5-8%. Lo ideal es situarse por debajo del 5%. Las causas mas frecuentes de estas bajas son, fundamentalmente, las enfermedades.



Fonte: Perez, A. C. et al. - Livro de cunicultura – Ano 2010

LOS ÍNDICES REPRODUCTIVOS


El elegir un ciclo productivo adecuado y el conocer los indices tecnicos de la actividad cunicola actual, son cuestiones imprescindibles cuando se inicia un proyecto de creacion de uma granja, pues ello nos permitira determinar el numero de animales, el equipamiento y los metros cuadrados necesarios de alojamiento

Respecto al ciclo productivo seran cuestiones como: tipo de ambiente, mano de obra y dedicacion lo que determinara el ciclo mas conveniente. En Canarias, la buena climatologia (que favorece el alojamiento muy abierto), la baja cualificacion de la mano de obra y el alto porcentaje de ganaderos con dedicacion a tiempo parcial hacen recomendable la practica de un ciclo normal de 38- 42 dias.



El conocer los valores medios de los parametros productivos de las granjas cunicolas espanolas permitira para calcular la productividad por hembra esperada, y con ello el numero de animales totales. En el tema 9 se recoge una tabla con los valores de los indices tecnicos de la cunicultura espanola de 1999. Respecto a los indices reproductivos tenemos:



Fecundidad = Palpaciones positivas/cubriciones x 100. Se situa entre el 75-98%.

Fertilidad = Partos/cubriciones x 100. Se suele situar entre el 60-95%.

Receptividad = Hembras que cubren/hembras presentadas al macho x 100

Prolificidad = Numero de crias/parto. Deberia situarse por arriba del 5,6. Ideal medias de 9.

Partos/hembra y año = Deberia situarse por encima de 7.

En una granja que aplique, por ejemplo:

_ un ciclo normal de 38 dias, lo que supone 9,6 cubriciones (365/38).

_ Fertilidad del 75%.

_ Prolificidad 9,5%

_ Mortalidad global 20%





Fonte: Perez, A. C. et al. - Livro de cunicultura – Ano 2010

LA LACTACIÓN






Con el parto se inicia la secrecion lactea. La hormona responsable de la sintesis de leche es la prolactina. Nada mas nacer, las crias comienzan a ingerir la leche materna, que va a constituir su unico alimento durante los primeros 17-18 dias de edad. Durante ese tiempo los gazapos experimentan un rapido crecimiento, doblando su peso al nacimiento (50-60g) en solo una semana (crecimiento medio diario 10 g) ello es debido fundamentalmente a la gran riqueza nutritiva de esta leche: 10-13% de grasa y 12-15% de proteina. La hembra da de mamar 1 o 2 veces al dia, siendo su duracion muy corta, de 2-3 minutos.



La cantidad de leche segregada varia de 4-8 litros, existiendo una relacion positiva entre el numero de crias y la produccion de leche. La maxima produccion se produce a la terceira semana del parto. Esta es una de las razones por las que hay una alta incidencia de mastitis em los destetes precoces a los 21 dias, desaconsejable su practica. La duracion natural de la lactacion es de 7 semanas. En la cunicultura intensiva actual no se llega a completar este periodo, pues los gazapos deben ser destetados antes del proximo parto. Segun el ciclo productivo que venimos considerando normal (42 dias) la lactacion puede durar 30-35 dias.



Aunque la leche de la coneja contiene relativamente poco hierro, los fetos almacenan una cantidad suficiente en sus higados por lo que no es frecuente que aparezcan anemias. Hoy en dia se pueden practicar dos metodos de lactancia diferentes:



_ Lactancia libre: en ella la hembra decide el momento de amamantamiento de las crias, entrando y saliendo libremente del nido.



_ Lactancia controlada: aqui la hembra tiene restringido el acceso al nido. Este

metodo requiere el uso de trampillas a la entrada del nido. Es el cunicultor el que abre y cierra dicha entrada. Las granjas que lo utilizan dejan que las hembras entren al nido por la manana temprano. Una vez sale la hembra, el nido se cierra hasta el dia siguiente. Este metodo esta dando buenos resultados en la sincronizacion del celo de un grupo de hembras, pudiendo tal vez en el futuro sustituir al metodo hormonal.




Fonte: Perez, A. C. et al. - Livro de cunicultura – Ano 2010

LAS ADOPCIONES. EL EQUILIBRIO DE CAMADAS






Con objeto de conseguir la maxima produccion de gazapos por hembra y ano, conviene que el cunicultor realice la adopcion de gazapos. Estas son imprescindibles cuando, de forma inesperada, se muere una hembra dejando las crias recien nacidas huerfanas. En estos casos, la solucion pasa por buscar hembras que hayan parido con menos de tres dias de diferencia y distribuir los gazapos. La situacion se complica cuando se trata de animales de cierto tamano, 29 que ya salen del nido, pues entonces las hembras suele rechazarlos, no quedando mas remédio que esperar que sobrevivan consumiendo pienso.



Tambien conviene practicar las adopciones cuando la prolificidad de las hembras es

muy alta (>10), pues con ello se consigue reducir el numero de gazapos por nido, lo que

aumenta el peso de destete y con ello la supervivencia de la camada, obteniendo asi al final del engorde mayor numero de gazapos destetados por parto. En estos casos lo que se hace es pasar gazapos de unas hembras a otras, dejando nueve crias por nido. Para garantizar el exito, de la operacion es importante tener en cuenta las siguientes pautas:



_ Pasar los gazapos de mas peso.

_ Que la diferencia entre camadas no sea superior a 72 horas.

_ Y no transferir mas de 4 crias a un mismo nido.



Fonte: Perez, A. C. et al. - Livro de cunicultura – Ano 2010

ANOMALIAS MATERNALES




En ocasiones, existen hembras que presentan anomalias maternales, siendo las mas
frecuentes el canibalismo, el parto fuera del nido y el abandono de la camada. Situaciones que generan estres como: una alta concentracion de amoniaco en el ambiente por mala ventilacion, ruidos bruscos, temperaturas extremas, falta de agua, favorecen esas anomalias.

El canibalismo se suele asociar a ruidos fuertes no habituales (perros, obras cercanas), o a una falta de agua tras el parto.

Los abandonos de camadas parecen mas relacionados con temas de temperaturas
ambientales muy bajas (< 5oC), nidos incomodos y camas con olores extranos.

Los partos fuera de nido son propios de hembras jovenes o muy nerviosas.
Si estas anomalias se presentan, en un numero elevado de hembras, se debe revisar el manejo y el ambiente de la granja. Si se trata de hembras aisladas, y es repetitivo, se debe eliminar ese animal, pues posiblemente exista una base genetica.

Fonte: Perez, A. C. et al. - Livro de cunicultura – Ano 2010

El CICLO PRODUCTIVO



Se denomina ciclo productivo al intervalo que existe entre partos consecutivos

Parto Cubrición Parto

Gestación 31 días
Es el momento post-parto en que se realiza la cubricion de las hembras, lo que
determina el ciclo de produccion de la granja. En esta especie animal se pueden practicar diferentes ciclos de produccion, cada uno con sus ventajas e inconvenientes, no obstante desde un punto de vista docente, se pueden englobar en tres grupos:

_ CICLO PRECOZ: cuando la cubricion se realiza entre el 1-4 dia post-parto. Utilizado mucho hace algunos anos, ya que se veia como el metodo que permitia
obtener la maxima productividad por hembra al ano (365/35= 10,4 partos/ano). Hoy ha pasado a un segundo plano. Segun estudios realizados, su productividad resulta inferior a la de un ciclo normal con cubricion a los siete dias. Como se puede ver en el cuadro no4 la causa esta en la mayor mortalidad que presenta en los gazapos. El mayor desgaste que sufre la hembra afecta negativamente a su condicion corporal, y con ello a la fertilidad y a la camada (menor numero, tamano, mortalidad) con lo que la productividad se ve notablemente disminuida respecto a ciclos mas largos. Hay que destacar tambien que los sistemas precoces, en que las crias se destetan muy temprano, requieren un ambiente y un manejo muy cuidado, lo que no siempre se cumple.

Otro de sus inconvenientes esta en la menor vida productiva de las hembras, unos 8 meses de media, situandose la tasa de reposicion en el 150%. Esa rapida sustitucion de las hembras complica, sin duda alguna, el manejo, tanto si la granja hace su propia reposicion como si compra las reproductoras.

Su gran ventaja esta en la facilidad de cubricion de las hembras, las cuales en ese
momento se muestran muy receptivas.
_ CICLO NORMAL: cuando la cubricion se efectua entre los 7-14 dias del parto.
Este ciclo permite obtener una buena productividad por hembra alojada. La fertilidad y la prolificidad son buenas. El inconveniente esta en la mayor dificultad de cubrir a las hembras por su menor receptividad.
_ CICLO TARDÍO: cuando la cubricion se lleva mas alla de la fecha anterior.
En este ciclo la productividad baja mucho resultando por tanto el modelo menos
rentable, no justificandose por tanto en la cunicultura intensiva actual, donde los costes de produccion son altos. Valido solo para granjas familiares.
Actualmente, el ciclo mas utilizado por la cunicultura intensiva es el CICLO NORMAL
con cubricion a los 11 dias, o sea un ciclo que tiene una duracion total de 42 dias. Considerando este ciclo, el numero teorico de partos/hembra y ano seria: 365/42 = 8,69
Si la fertilidad media anual (no de partos respecto a cubriciones) es del 75%, el numero de partos reales por hembra y ano seria: 6,5

Fonte: Perez, A. C. et al. - Livro de cunicultura – Ano 2010

Manejo reprodutivo e patologias em coelhas



By: Ana Silva; Andreia Gil; Elsa Kalthoff; Rita Ventura

Trabalho de clínica de Espécies Pecuárias
Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro

Introdução/objetivos: Pretendemos acompanhar o maneio e as patologias mais frequentes num grupo de 102 coelhas reprodutoras. As coelhas estão alojadas em jaulas individuais, onde é adicionado um ninho alguns dias antes do parto. A alimentação é à base de ração.

Com o objetivo de fazer as necrópsias das coelhas que morreram ou das que por motivos de doença foram eutanasiadas, sendo também observados os sinais clínicos em vida. E efetuar os cálculos das taxas de fertilidade, prolificidade e mortalidade.

Materiais e Métodos: Uma exploração de coelhos da universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, com um ensaio reprodutivo em 102 fêmeas adultas. Acompanhamento das operações de maneio e profilaxia tais como desparasitações, vacinações e inseminações artificiais. Foram também efetuadas as necrópsias de todas as reprodutoras mortas ou entanasiadas que apresentavam patologias. O ensaio iniciou-se dia 6 de Setembro e a 21 de Setembro foi realizada uma desparasitação com 0,2ml de Ivomec por animal e por via subcutânea.

A 29 de Setembro os animais foram vacinados contra a Mixomatose e a Doença Hemorrágica Viral (DHV) com MixoHipra FSA por administração subcutânea de 0,5ml por animal (vacina heteróloga). Seguiu-se uma vacinação homóloga contra a DHV a 19 de Outubro, com Arvilap por administração subcutânea de 1ml por animal.

Por último foi efetuado um reforço para a mixomatose com uma vacina homóloga a 9 de Novembro com MixoHipra H por administração subcutânea de 0,5ml por animal.  A nível de maneio reprodutivo foi efetuado o controle da luz (com aumento para 16 horas) e indução do cio com PMSG (Intergonan - 1 ml por animal por via subcutânea) dois dias antes da inseminação artificial.

A inseminação artificial foi efetuada com sémen fresco diluído numa dose de 0,5 ml por animal sendo também dada, no momento da IA uma injeção intramuscular de 0,2ml de hCG para indução da ovulação.

Fez-se uma palpação abdominal para confirmação da gestação cerca de 15 dias depois da inseminação/ 15 dias antes do parto (gestação de cerca de 32 dias).

Foram contados os nados-vivos e os nados-mortos e as ninhadas foram pesadas e uniformizadas (9 ou 10 láparos por coelha). Realizou-se uma nova indução com PMSG uma semana após o 1º parto.

Resultados (um ciclo de reprodução em 102 fêmeas):

1. Índices económicos e reprodutivos:
Como resultados obtivemos os seguintes índices reprodutivos:

Taxa de Fertilidade = nº fêmeas paridas/ total fêmeas em reprodução = 89/102 = 0.8725

Taxa de Prolificidade = nº crias produzidas/nº fêmeas paridas = 943/89 = 10.5955

Taxa de mortalidade das reprodutoras = nº de animais mortos/total de animais = 13/102= 0,127

Taxa de mortalidade ao desmame = nº animais mortos ao desmame/total animais = 172/801 = 0,215

Taxa de mortalidade ao nascimento = nº nados-mortos/total de nascimentos = 70/943 = 0.074

2.Patologias observadas á necropsia:
Total de necrópsias: 18 (13 em coelhas reprodutoras e 6 em coelhos de engorda)
Das 13 coelhas necropsiadas 5 foram eutanasiadas. As causas das eutanásias foram uma sarna, uma diarreia, um abcesso na zona submandibular e duas com paralisia dos posteriores.
Fígado gordo (suspeita de toxemias de gestação) – 5 (38,46%)
Pneumonia – 1 (7,69%)
Tiflite – 2 (15,38%)
Sarna – 1 (7,69%)
Diarreia – 1 (7,69%)
Abcesso na zona sub-mandibular – 1 (7,69%)
Fratura de coluna – 1 (7,69%)
Sem alterações á necrópsia – 1 (7,69%)
Enteropatia mucoide – 6 (0,69%)

Discussão:
Pneumonia: Os agentes mais frequentes, segundo Lieve Okerman, são Pasteurella multocida e Staphilococcus aureus. Para as diferenciar correctamente é necessário fazer um exame bacteriológico (que não estava ao nosso dispor). A pneumonia por Pasteurella multocida é geralmente uma pleuropneumonia purulenta enquanto que a causada por S. aureus é muitas vezes caracterizada por pequenos abcessos no pulmão. A pneumonia causada por Bordetella bronchiseptica é muito rara.

Existem ainda outras infecções que causam pneumonia e lesões pulmonares tais como: Clamidiose, Tuberculose, Pseudotuberculose, Aspergilose, Toxoplasmose, Mixomatose, Impactação cecal, Pseudomonas aeruginosa.

Fratura de coluna: É frequente ocorrer em coelhos de produção e tem como possíveis causas o mau manuseamento, quedas, saltos nas jaulas, etc…

A coluna vertebral dos coelhos não é muito flexível e quando sujeita a stress quebra mais frequentemente na zona mais frágil, geralmente na 7 vértebra lombar, ou seja na zona lombosagrada.

Paralisia dos posteriores: Á necropsia não apresentava evidências de fratura de coluna. Existem no entanto outras possíveis causas entre as quais: hipocalcemia (aproximadamente 3 semanas pós parto), listerose, doença de Borna, toxoplasmose crónica, encefalitozoonose, piometra, nematodirose, cérebro-espinal, avitaminose A e causa congénitas.

Toxemia de gestação: Segundo Jo Lynne Wilber (1999), esta desordem ocorre geralmente na última semana de gravidez. Primíparas e animais obesos com planos de nutrição de alto valor calórico que apresentam anorexia repentina são os grupos de maior risco. No exame post-mortem observa-se excessiva acumulação de gordura por todo o organismo, com esteatose hepática exuberante e infiltrações de gordura a nível renal e das glândulas adrenais.

Sarnas: As lesões foram observadas na cabeça e nas patas e são compatíveis com a presença de Sarcoptes scabei (mais frequente) e também de Psoroptes cuniculi e Demodex cuniculi.

Diarreias e tiflites: Podem ter inúmeras causas sendo necessário fazer exames mais específicos (que não se encontravam ao nosso dispor) para o seu diagnóstico clínico.

Abcesso na zona sub-mandibular: Os abcessos subcutâneos têm como agentes etiológicos mais frequentes a Pasteurella multocida e o Staphilococcus aureus e mais raramente Streptococcus B-hemolitico.

Enteropatia mucoide: Tem uma etiologia multifactorial (bactérias, toxinas, irregularidades na dieta e/ou obstrução).
Segundo Jo Lynne Wilber (1999) é a maior causa de doença e mortalidade em coelhos jovens (7-10 semanas). É uma doença subaguda frequentemente fatal.

Conclusão: O nosso trabalho foi baseado num estudo realizado pelo departamento de zootecnia, que nos permitiu acompanhar toda a evolução do ensaio e facultou-nos dados essenciais á realização do cálculo dos índices económicos e reprodutivos. É importante salientar que não tínhamos ao nosso dispor todos os meios de diagnóstico necessários para as necrópsias realizadas sendo alguns resultados inconclusivos.

Neste estudo, a maioria das coelhas reprodutoras apresentadas á necrópsia, demonstravam lesões de fígado gordo levando á suspeita de toxémia de gestação, com uma percentagem de 36,48%.
A taxa de mortalidade dos coelhos de engorda foi muito reduzida (0,69%) sendo a única causa observada a enteropatia mucóide.

A mortalidade das crias foi significativamente maior no período até ao desmame (21,5%) em relação à mortalidade no parto (7.4%) e este facto dever-se-à provavelmente à extrema sensibilidade destes animais aos agentes patogénicos do ambiente, ninhadas demasiado grandes, maneio inadequado, entre outros.

Referências bibliográficas:
·         Sandford, J. C.; Manual do criador de coelhos; editorial presença; 1987
·         www.criareplantar.com.br
·         Okerman, Lieve; Moens, Yves; Diseases of Domestic Rabbits; Library of Veterinary Practice; Second edition; 1994
·         Wilber, Jo Lynne; Patology of the Rabbit; Department of Veterinary Pathology Armed Forces Institute of Patology Washington, D. C.; 12 Agosto 1999 (www.morfz.com/PATHO_RABBIT.pdf)
·         Perez, Lidio Ruiz; El Conejo – Manejo, Alimentación, Patologias; Ediciones Mundi-Prensa; 1976
·         Rossel, J. M.; Health Status of Commercial Rabbitries in the Iberian Peninsula, a Practitioner’s Study